notícias, pensamentos, fotografias e comentários de um troineiro
Mostrar mensagens com a etiqueta trânsito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta trânsito. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Como a Câmara Municipal de Setúbal resolveu um delicado problema de parqueamento 

No início de 2017 uma intervenção liderada pela Câmara Municipal orçada em 154.759,99 euros centrou a atenção nos trabalhos entre a Avenida da Europa e a zona até então asfaltada, beneficiando uma área de  1 070 metros quadrados. 

Desta empreitada, donde ressalta a construção de passeios e estacionamentos onde foi colocado pavet, resultou também a execução de três dezenas de caleiras para colocação de árvores, bem como a criação de uma bolsa de estacionamento automóvel que comporta 84 viaturas. Ainda no âmbito destes trabalhos foi também instalada uma rede de drenagem de águas pluviais e reforçada a iluminação pública. 

Nos últimos tempos verificou-se que era recorrente o estacionamento de viaturas pesadas nesses espaços destinados ao estacionamento automóvel, ocupando cada um desses veículos vários lugares. 

Alguém do serviço de trânsito municipal teve a brilhante ideia de ao invés de colocar sinais de trânsito ou avisos a proibir os camionistas de ali parquearem as suas viaturas, tratou de mandar colocar no meio de cada uma das bolsas de estacionamento uma floreira donde ressalta uma viçosa palmeira. 

Tiro e queda! Acabou-se ali o parqueamento abusivo por parte dos condutores dos pesados de mercadorias. 

Rui Canas Gaspar 

2018-fevereiro-03 


troineiro.blogspot.com

quarta-feira, 15 de março de 2017

Parece que vamos ter boas notícias sobre o trânsito setubalense 

É hábito da nossa Câmara Municipal de Setúbal não informar atempadamente o que de mais importante se está a fazer ou se propõe realizar a não ser que seja algum festival gastronómico do carapau, do choco ou qualquer coisa do género. O facto é que os setubalenses regra geral vão dando com atos consumados, sobretudo naqueles assuntos relacionados com o trânsito que tanto afeta milhares de pessoas. 

Ao não sermos informados por quem de direito e ao haver nesta área uma política do “democraticamente quem manda aqui sou eu” acabamos por ser depois confrontados com aberrações, amplamente criticadas, de obras que ao invés de fluir o trânsito automóvel o acaba por estrangular. 

Mas, parece, a fazer fé no que para aí se diz nos “mentideiros” que vamos ter nesta área do trânsito finalmente boas notícias, o que já não é sem tempo!... 

Consta-se que da Avenida da Europa irá sair uma nova via, junto ao desvio que se encontra entre a rotunda com vasos de laranjeiras e a outra frente ao Mc’donalds a qual passará pelas traseiras do Centro Comercial do Liceu e assim desanuviará o tráfego da Avenida Independência das Colónias. 

A ser assim, as máquinas que se encontram a movimentar terras na zona da várzea, oposta ao Parque Verde da Algodeia, poderão estar a fazê-lo não só com vista ao tal anunciado campo de rugby, mas também já a trabalhar para a nova via que pelos vistos ali irá nascer. 

Acho eu que só ficaria bem à nossa Autarquia que gastasse mais meia dúzia de euros num cartaz e colocasse ali dizendo o que está a fazer, ou será que não merecemos tal consideração? 

Rui Canas Gaspar 

2017-março-15 


www.troineiro.blogspot.com

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Cuidado pessoal, eles andam aí!

Eu não vi!

Contou-me uma amiga aqui do grupo que normalmente utiliza a Av. Independência das Colónias para trazer a sua criança à escola do ensino básico de Santa Maria, com entrada pela Praceta Victor Vitorino.

Junto aos cafés que estão em frente à entrada desta praceta estava parada uma camioneta a descarregar bebidas e, como consequência, das duas uma os condutores que circulavam no sentido norte/sul paravam formando fila, sabe-se lá até onde, ou infringiam a Lei e ultrapassavam o obstáculo pisando o traço contínuo, atendendo à estreiteza da via.

E foi por esta 2ª hipótese que alguém decidiu optar.

Azar! É que não reparou no carro patrulha da P.S.P. que de imediato ligou o pirilampo e perseguiu o infrator, deixando o outro a atrapalhar o trânsito com a sua descarga de bebidas.

É claro que as descargas tem de ser feitas e não foi previsto local para o efeito como não foi previsto uma reentrância para os autocarros quando havia espaço para o fazer.

A obra ficou bonita pelo que dou os parabéns aos arquitetos paisagistas, mas as vias são feitas não só para ficarem bonitas mas sobretudo para ajudar o trânsito a fluir e neste caso não posso dar os parabéns aos engenheiros do trânsito, se é que os há cá pela nossa terra.

Pelo sim, pelo não, com ou sem buzinadelas, o melhor mesmo é parar nem que se forme uma fila até à esquadra de trânsito ou até à porta da Câmara Municipal.

Mas, para não ter azar não pise o sinal continuo na embonecada mas pouco funcional Avenida Independência das Colónias.

É que… eles andam aí!

Rui Canas Gaspar
2016-setembro-22

www.troineiro.blogspot.com

sexta-feira, 1 de julho de 2016

No Casino Setubalense quando se partia a fita o pessoal gritava a plenos pulmões “marreco!... marreco!...”

As buzinadelas dos carros que estão parados lá para as bandas da rotunda do Bonfim já se fazem ouvir, tal como os outros que chegam dos lados da Avenida da Europa e não podem avançar.

Foi mais um acidente rodoviário que aconteceu na Avenida Independência das Colónias, perto do Pavilhão Antoine Velge, bem perto do meio-dia deste primeiro dia de julho de 2016.

Os condutores que chegam de ambos os sentidos junto às duas viaturas que bateram não se entendem, com cada um a querer passar, as buzinadelas aumentam, os ânimos exaltam-se e uma senhora sai do seu carro para vir discutir com o condutor da outra viatura que está a ocupar a sua faixa de rodagem.

No meio de toda esta confusão e alarido, os trabalhadores das obras riem que se fartam, mais um espetáculo gratuito oferecido pelo Serviço de Trânsito setubalense, aquele mesmo que tinha anunciado que durante o período de obras o tráfego apenas se iria processar nesta avenida no sentido sul/norte, mas que passadas algumas semanas de obras, a meio do jogo, alterou as regras voltando o mesmo a processar-se nas duas faixas e vamos lá nós saber porquê…

Finalmente chegou um carro patrulha da Polícia de Segurança Pública que conseguiu “furar” o bloqueio e um agente regularizou o tráfego enquanto as viaturas abalroadas eram retiradas da faixa de rodagem.

Mal feito! Com este calor trabalhar nas obras não é pera doce e agora que o pessoal estava a ter mais um espetáculo à borla, chegaram os desmancha-prazeres…

Lembrei-me logo dos antigos filmes passados no Casino Setubalense, quando estávamos na melhor parte do filme partia-se a fita e o pessoal tratava logo de gritar o mais alto que podia “marreco!...marreco!...”

Rui Canas Gaspar
2016-julho-01

www.troineiro.blogspot.com

sábado, 23 de janeiro de 2016

A moda das passadeiras vermelhas

E já lá dizia o meu saudoso Chefe Joaquim, dedicado setubalense e bem conhecido escuteiro: “Um povo que não canta é um povo triste e um povo triste é um triste povo”. 

Mas, se entretanto deixamos de cantar não perdemos a mania das modas e porque aquela das tranças pretas ainda não voltou outra chegou para ficar, a moda das passadeiras vermelhas.

E como é moda, vamos encontrar essas passadeiras vermelhas rotuladas de ciclovia nos novos arruamentos e até mesmo na zona histórica. Não havendo aí ciclovia não se deixou de colocar uma enorme passadeira vermelha que tanto jeito dá, sobretudo às senhoras e idosos que transitam na Rua Antão Girão.

Somos pessoas importantes, como tal só mesmo de passadeira vermelha! E porque não temos verbas para o FESTROIA onde os artistas da sétima arte costumam usar estes luxos não quer dizer que nós os outros artistas da sétima idade não tenhamos direito a tal.

Provavelmente pensarão aqueles que me estão a ler que sou contra o uso das bicicletas. Mas não, nada disso, até sou a favor que os nossos meninos e meninas aprendam desde cedo e possam ir desde crianças até serem estudantes universitários para os seus estabelecimentos escolares nesses meios de transporte.

Também sou a favor de que possam haver bicicletas ao dispor da população como existem os carrinhos do supermercado, um investimento no ambiente e na saúde daqueles que ainda não chegaram ao inverno da vida, sem terem esses saudáveis hábitos.

Só que nem uma coisa, nem outra, nem ciclistas, a não ser os de fim-de-semana, nem bicicletas à disposição e muito provavelmente nem pernas capazes para pedalar.

A nossa população está cada vez mais envelhecida e a tendência é para aumentar. Cada vez tem menos mobilidade e para se deslocar, porque não há transportes públicos em quantidade e qualidade, é forçada a usar o automóvel, pelo que não vale a pena os iluminados insistirem em roubar espaço aos carros para o atribuir a coisa nenhuma, porque ainda não nasceram os ciclistas que irão justificar a utilização da passadeira vermelha da Alexandre Herculano e de tantas outras que por aí se construíram.

Ao ser anunciado o “repirfelamento” da Independência das Colónias, temo que não venha a caminho mais outro disparate. De concreto o que se sabe é que vai existir uma rotunda a norte e essa é bem-vinda para a fluidez e segurança do trânsito, quanto ao resto é mais uma incógnita a que os serviços de trânsito setubalense já nos habituaram.

Mas enquanto as obras chegam e não chegam vamos lá utilizando as passadeiras vermelhas, onde os pés daqueles que ao longo de uma vida de trabalho melhor se podem arrastar e onde os sapatos da salto alto das senhoras não ficam presos nas pedrinhas de calçada.

E assim lá vamos cantando e rindo (nada de confusão com o titulo do hino da extinta Mocidade Portuguesa) não a moda das tranças pretas mas a moda das passadeiras vermelhas.

Rui Canas Gaspar
2016-janeiro-23

www.troineiro.blogspot.com  

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Se conduz para as bandas da Avenida dos Ciprestes, em Setúbal, redobre a atenção

Ou somos todos uns grandes “nabos” a conduzir ou aquela coisa em que está transformada a Estrada (Avenida) dos Ciprestes tem de ser melhorada e quanto mais rapidamente melhor.

De facto, aquela artéria depois das obras que por lá têm vindo a ser feitas, transformou-se quase numa pista de obstáculos.

Quem vem de Palmela para o centro da cidade de Setúbal ou mesmo para ir ao Centro Comercial Alegro, tem forçosamente que virar à direita. 

Pois bem, reparem nas peças de betão que estão na curva, todos os dias elas estão a desaparecer aos bocados, devidos aos constantes embates das viaturas.

Na mesma curva, no lado oposto, pelas onze horas de hoje (5 de novembro de 2015) uma carrinha despistou-se e entrou no lote de terreno que agora se encontra para construção. É claro que se formaram enormes filas de trânsito que para ali convergiam e, polícia de trânsito, só se encontrava mesmo junto à viatura sinistrada. 

Os condutores que ficaram retidos que adivinhassem o que se estava a passar…

Pode-se imputar culpas de má condução aos automobilistas e, de facto, por enquanto os nossos carros não andam sem o seu controle. Mas será que a aquela via tem ponta por onde se lhe pegue?

Bem sabemos que a situação pode ser provisória, porquanto paralelamente à Avenida dos Ciprestes vai aparecer uma segunda Avenida (a que está já em parte em funcionamento) com uma série de “travessas” de utilidade duvidosa, entre ambas.

Mas também sabemos que na nossa terra as coisas provisórias tendem a eternizar-se e neste caso não tenham a menor dúvida que assim vai acontecer.

Entretanto, e para que não sejamos todos rotulados de maus condutores o melhor mesmo é redobrar a atenção e a paciência se tivermos de andar por aquela zona da cidade, porque para os planificadores e decisores das coisas de trânsito em Setúbal está tudo bem.

Claro que sim, eles nunca têm dúvidas e raramente se enganam!...

Rui Canas Gaspar
2015-novembro-05

www.troineiro.blogspot.com

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Devia abrir-se uma janela de oportunidade na Praia da Figueirinha

Longe vão os tempos das longas filas de pessoas que nesta altura do ano embarcavam junto à “Asa do Avião” no “Rio Azul” ou nos outros barcos convencionais que faziam o trajeto entre Setúbal e Troia e vice versa.

Eram tempos em que o parque automóvel setubalense era diminuto e a Praia da Figueirinha não se apresentava com o grande areal como hoje a conhecemos e muito menos com o amplo espaço de estacionamento que atualmente é disponibilizado.

Mais para poente também não existiam os parques de estacionamento do Creiro e como tal esta e outras praias suas vizinhas não eram também tão frequentadas como hoje o são, sendo esse privilégio acessível a alguns poucos mais endinheirados.

Presentemente chegada a época balnear, milhares de portugueses deslocam-se para estas praias da Arrábida, sendo atualmente os locais de eleição dos setubalenses.

A afluência de viaturas à Figueirinha é tal e a falta de estacionamento de tal forma notória que as viaturas esgotam o parque de estacionamento e parqueiam nas bermas, ao longo da estrada.

Para evitar congestionamento as autoridades optaram por fazer alteração ao trânsito automóvel obrigando as viaturas a circular em sentido único, de nascente para poente e, quem desejar retornar a Setúbal, poderá fazê-lo apenas depois das 21,00 ou então, como alternativa se o desejar fazer antes dessa hora terá de dar a volta pela Serra.

Se a medida é compreensível o mesmo não se poderá dizer em relação ao horário para retorno, as 21,00 horas, o que é demasiado tarde segundo opinião de muitos utentes especialmente aqueles que têm crianças pequenas.

Há muitas famílias que pretendem sair da praia à hora do almoço e outras que só depois deste período decidem ir usufruir daquele espaço e para isso são obrigadas a fazer um longo trajeto que seria evitável se se abrisse uma janela de oportunidade.

Por exemplo, poderia manter-se a atual interdição de retorno dentro do horário aprovado para o período da época balnear. Porém, com trânsito nos dois sentidos entre as 12,30 e as 15,30 horas, dando-se assim a oportunidade das pessoas regressarem a Setúbal sem terem de fazer vários quilómetros desnecessariamente, com a consequente poupança de tempo e dinheiro.

Aqui fica a sugestão que se o Executivo Municipal achar por bem, basta alguma informação aos utentes, uns cartazes afixados no local, a GNR a controlar o tráfego e muita, mas mesmo muita gente feliz e contente. Digo eu!...

Rui Canas Gaspar
2015-julho-03

www.troineiro.blogspot.com

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita!

As obras na via pública, que têm vindo a ser levadas a efeito em Setúbal, nestes últimos tempos, tem sido uma completa desgraça ao nível da sua coordenação, originando elevados transtornos a quem tem de enfrentar o trânsito citadino.

Neste momento mais uma dor de cabeça foi colocada aos automobilistas. Desta vez o problema tem o cerne entre a Avenida da Europa e a dos Ciprestes e, por se tratar de um ponto fulcral reflete-se também nas vias que para ali confluem.

Filas intermináveis, ambulâncias que têm dificuldade em circular, perdas de tempo e gastos de combustível desnecessário não aconteceriam se houvesse um pouco de bom senso, alguma fiscalização e porque não, também um pouco de profissionalismo.

As obras são importantes, são necessárias e naturalmente causam transtornos, todos nós sabemos disso! Mas não é isso que se contesta.

O que de facto não entra na cabeça de ninguém é que se façam obras desta envergadura sem colocar uns painéis informativos, sem se colocar agentes de trânsito da P.S.P. a regular o tráfego e mais elementar ainda é não se desligar os semáforos que em vez de controlar ainda complicam mais esta inexplicável situação.

Porque os semáforos estão ligados como se tudo estivesse a decorrer de forma normal, acontece que numas vias estão filas com centenas de metros e quando abre o sinal verde entra-se noutras completamente desimpedidas.

Até agora ainda ninguém conseguiu compreender porque e como se deixa a empresa que está a levar a cabo esta empreitada proceder desta arrogante maneira, ignorando os utentes da via pública, num total desrespeito e falta de profissionalismo, que só não vê quem não quer ver.

Aqui na nossa terra costuma-se dizer que “tanto ladrão é quem vai à laranja como aquele que fica a ver se aparece o guarda” se calhar o ditado cai que nem uma luva para ilustrar os que fazem a asneira e os que os que a deixam fazer, ou seja o empreiteiro e o dono da obra.

Gostaria, tal como muitos dos meus conterrâneos, saber até quando continuaremos a ver em Setúbal obras desta envergadura, sem qualquer tipo de coordenação.

Provavelmente só quando as mesmas chegarem ao fim!...

Rui Canas Gaspar
2015-maio-07

www.troineiro.blogspot.com

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

E vivam as rotundas em Setúbal

Como condutor gosto da existência de rotundas dado que me permitem alterar com facilidade o trajeto, particularmente quando me encontro a conduzir em localidades desconhecidas. Prefiro também as rotundas aos cruzamentos regulados por semáforos que regra geral fazem-nos perder mais tempo.

Por outro lado, considero mais vantajoso, onde isso se possa aplicar a existência da rotunda em substituição do cruzamento regulado pelos semáforos, pelo consumo de energia que isso representa.

Finalmente, gosto das rotundas porque é um espaço onde se podem colocar elementos escultóricos que muito poderão contribuir para o embelezamento das localidades.

Admito que outros condutores tenham opinião diferente, mas enfim, cada um gosta do que gosta e argumenta em função daquilo que lhe parece melhor.

E foi com satisfação que vi ser alterada a Avenida da Europa, em Setúbal, com a introdução de uma útil rotunda que permite o acesso mais rápido à Avenida Independência das Colónias, evitando para quem vem da Avenida dos Ciprestes ter de conduzir ao longo de toda essa via para fazer a inversão de marcha já na rotunda do Rio da Figueira, melhor dizendo, na Praça Tratado de Roma (junto ao Mac’Donnalds).

Mas, independentemente da bondade da obra, o que tem chamado a particular atenção de vários automobilistas é a acentuada inclinação da rotunda (lado norte) pendendo para o lado de fora, quando o normal seria exatamente o contrário.

Provavelmente os projetistas pensaram na forma mais rápida e prática de escoamento de águas das chuvas, que neste caso não vão para qualquer coletor mas sim diretamente para a Várzea.

Porém, com a inclinação da via para o lado de fora, alguns condutores mais apressados, menos atentos ou com as viaturas que não estejam nas melhores condições poderão facilmente ir bater na berma e, quem sabe, se um destes dias algum não irá parar à várzea.

Aquele espaço é bem recente e a zona que apontamos já se encontra com as bermas “ratadas” pelo que julgamos que algum expert municipal ligado a estas questões de trânsito deveria ver este assunto quanto antes não vá o diabo tece-las, como diz o nosso povo.

Rui Canas Gaspar
2015-fevereiro-17

www.troineiro.blogspot.com