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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Será que vem aí mais alterações rodoviárias para Setúbal? 

Hoje recebi duas simpáticas cartas da Autoridade Tributária e Aduaneira dando conta de “uma pipa de massa” que tenho de pagar de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) no próximo mês de novembro. 

Este imposto veio substituir um anterior e destina-se aos cofres da autarquia sadina, que para  além de outras receitas e é com elas que a Câmara Municipal faz frente às despesas de manutenção da cidade e promove o seu desenvolvimento. 

Tal como os restantes cidadãos contribuintes darei os meus impostos por bem empregues se vir bons resultados e o contrário também é verdade. 

Julgo que não estamos em altura de mudar visuais, só porque de outra forma ficará mais bonito, mas sim de fazer coisas de raiz, de preferência necessárias e úteis. 

Daí que, por exemplo,  sendo a favor da construção do Parque Urbano da Várzea, que entendo ser uma necessidade premente por vários motivos e mais um, já não o sou no referente à deslocalização do viaduto das Fontainhas, porque poderá aguardar para quando tivermos mais dinheiro. 

Mas, de entre as coisas boas que hoje constatei foi a colocação de artísticos pinos e novas floreiras na Rua Vasco da Gama, no meu bairro de Troino, e o que não gostei foi notar que o meu dedinho que adivinha quando vem mau tempo me ter confidenciado que alguém estava a preparar-se para fazer uma “revolução” junto à doca dos pescadores no tocante à retirada do trânsito daquele local. 

Tenho mais medo do serviço de trânsito de Setúbal que o diabo tem da cruz, salvaguardando naturalmente as necessárias rotundas. 

Por isso meus amigos tenhamos cuidado com os projetos de trocas e baldeirocas, porque o dinheiro é um bem raro e está escasso, depois é bom lembrar que a ser verdade o que o meu dedinho adivinha, teremos de não esquecer que primeiro deve ser acautelado o estacionamento automóvel de entre outras importantes vertentes. 

É claro que isto digo eu que sou leigo na matéria e apenas um de entre os muitos pagadores de impostos cá do burgo. 

Rui Canas Gaspar 

2017-outubro-26 


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quinta-feira, 30 de março de 2017

Boas novas para a José Mourinho 

Em Setúbal, das instalações localizadas junto à Doca dos Pescadores da minha meninice e juventude já pouco mais resta do que alguns raros vestígios.
Setúbal tem vindo a transformar-se e esta é uma zona onde esse fenómeno é mais visível. 

É aqui que os antigos armazéns de redes, as velhas fábricas de conservas e as muitas tabernas vieram dar lugar sobretudo a bonitos e bem equipados restaurantes, famosos pelo peixe assado que disponibilizam. 

Até há bem pouco tempo ainda podíamos encontrar nesta zona algum espaço disponível para venda. Presentemente eles são uma raridade e hoje mesmo podemos observar uma mensagem publicitária, colocada nos automóveis ali parqueados, mostrando a imagem de uma vendedora de uma conhecida imobiliária que informava que tinha vendido dois armazéns. 

Muito em breve quem passar pela Avenida José Mourinho, a antiga Rua da Saúde, terá dificuldade em reconhecer o local, agora que mais um edifício está prestes a concluir o processo de recuperação para ali funcionar mais um restaurante. 

Um novo hotel em breve iniciará a construção frente ao Rockalot, naquela avenida e com mais estes dois imóveis vendidos a juntar a um terceiro transacionado há pouco a uns asiáticos é espectável que dentro de meia dúzia de anos teremos uma avenida com apresentação muito diferente, mais digna e agradável. 

Gosto de saber e de partilhar estas notícias da minha terra que não para de se embelezar de crescer e de se tornar cada vez mais agradável, graças ao espírito empreendedor de nacionais e estrangeiros que aqui encontram uma oportunidade de negócio, ajudando a cidade do rio azul a sair de uma letargia onde esteve mergulhada durante vários anos. 

Rui Canas Gaspar 

2017-março-30


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terça-feira, 5 de janeiro de 2016




Em Setúbal na Doca dos Pescadores o “Golfinho Parade” precisa voltar a ser a “Parada dos Golfinhos”

Já lá vão cinco anos que uma brilhante ideia resultou num dos mais fotografados e atraentes motivos decorativos da cidade de Setúbal, o “Golfinho Parade”, patente ao público desde 9 de junho de 2011, na Doca dos Pescadores.

Ali foram colocadas 20 réplicas dos cetáceos, reproduzindo três das suas posições-base do movimento acima da linha de água, sendo que sete deles se apresentavam a mergulhar, outros tantos quando estão a sair da água e seis descrevendo o arco central.

Foram 341 os jovens participantes que se envolveram no trabalho de decorar estas estátuas tratando temas do Sado, de Bocage e dos mais diversificados motivos conforme inspiração dos concorrentes membros da comunidade escolar de 11 localidades de Portugal.

Foi uma excelente iniciativa promovida pela Autarquia que resultou muito bem e que rapidamente se tornou num outro colorido cartão-de-visita, provavelmente o mais fotografado nos últimos anos, quer por nacionais quer por estrangeiros, tanto mais que o enquadramento é fabuloso com palmeiras, barcos, rio e serra.

Eu gostaria, e certamente serão muitos os setubalenses que me acompanham neste desejo, que se pudesse manter este cartão naquele local por muito mais tempo.

Porém, cinco anos volvidos e, devido às características do próprio material, devido ao fácil acesso, especialmente de crianças e jovens testando a resistência dos materiais, o facto é que já não são 20 os golfinhos que lá estão e a tendência é para diminuir o seu número.

Não seria má ideia, agora que está provado que esta iniciativa é uma mais valia em termos de atração turística, que os golfinhos em falta fossem devidamente recuperados, que as suas bases de sustentação fossem revistas e aplicado material mais resistente e o “Golfinho Parade” voltasse mesmo a ser a parada de golfinhos como o foi já lá vão cinco anos.

Rui Canas Gaspar
2015-janeiro-05

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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mais uma vez as cinzas dos fogareiros de alguns restaurantes vão conspurcar a via pública

Ontem, dia 23 de julho de 2015, um amigo deste grupo COISAS DE SETÚBAL, telefonou-me a informar que estaria alguém a depositar as cinzas oriundas de um fogareiro de um dos restaurantes localizado junto à doca dos pescadores, precisamente em cima do arranjo exterior  construído à pouco pela APSS.

Pedi a este meu amigo que pudesse seguir com o olhar o individuo que acabara de fazer aquele trabalho antissocial e visse para onde ele se dirigia. Curiosamente não foi para o restaurante que anteriormente prevaricara mas sim para o do lado!...

Pouco depois, como ia para aquelas bandas, passei pelo local e fotografei captando a imagem que aqui vos apresento.

De facto este assunto já aqui mereceu o devido reparo e segundo julgo saber foi dado o adequado tratamento ministrado por quem de direito.

Curiosamente, passadas algumas semanas verificamos que o bonito arranjo exterior fica de novo emporcalhado precisamente por quem deveria tratar de cuidar para que todo aquele espaço se apresentasse de forma mais limpa e agradável. Também esta uma forma de captar clientes.

Há muito caminho para percorrer até que saibamos viver em sociedade e basta um para denegrir a imagem de muitos, como é este o caso.

Mesmo assim, atrevia-me a sugerir que os Serviços de Higiene e Limpeza pudessem colocar um contentor metálico ao lado dos existentes naquele bonito espaço para que pudessem ser recolhidas as cinzas provenientes dos muitos fogareiros a carvão que por ali podemos observar.

Também gostaria de que o responsável pelo restaurante pudesse mandar o seu funcionário retirar as cinzas de cima das pedras decorativas e eliminasse de vez este mau hábito.

Quanto a multas, isso é outro departamento!... Cá por mim ontem mesmo vi-lhe ser aplicada a “coima” quando pelo menos dois clientes deixaram de entrar naquele restaurante devido a esta impensada ação que em nada abona quem a pratica.

Rui Canas Gaspar
2015-julho-24

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

“Construam-me, Porra!!!”

Um grupo de jovens militantes socialistas de Beja, grafitaram em Maio de 1994, a parede de um pontão construído em 1977 destinada a dar apoio às obras da barragem do Alqueva, inscrevendo a  expressão tipicamente alentejana: “Construam-me, porra!!!”.

Esta manifestação de impaciência deveu-se ao facto dos trabalhos da barragem que viria a dar origem ao maior lago artificial da Europa estarem naquela altura num impasse.

Cartazes promocionais, apresentação em feiras no estrangeiro e outras iniciativas mais ou menos dispendiosas são meios necessariamente utilizados pela autarquia sadina, tendo como objetivo atrair mais turistas para Setúbal.

Turistas que certamente representarão uma fonte de receita para o concelho e consequentemente originando o seu maior desenvolvimento, resultando num melhor nível de vida para quem aqui vive. Será certamente este o objetivo final que se pretende atingir, até porque se assim não fosse então os meios utilizados não se justificariam.

Em função dos meios propagandísticos utilizados e da divulgação das belezas da região sadina, verifica-se que de ano para ano mais turistas nos visitam, utilizando os mais diversos meios de transporte para aqui chegarem, entre eles as modernas auto caravanas.

É sabido que o auto caravanismo está em grande expansão na Europa, daí que se verifique um maior número de turistas deslocando-se nestas viaturas, umas mais sofisticadas que outras.

Ora bem, depois de conseguirmos atrair estas pessoas o que é que aqui lhes oferecemos e quais as suas contrapartidas por utilizarem os nossos serviços?

O que lhes oferecemos é pouco mais do que uma mão cheia de nada, e como tal, eles nada pagam. Felizmente que a Natureza é mais generosa e proporciona-lhes aqui uma beleza invulgar.

E, provavelmente devido à generosidade da Natureza, estas pessoas nos visitam e cada vez em maior quantidade. Hoje mesmo, 28 de fevereiro de 2015, em pleno Inverno, 25 autocaravanas, na sua esmagadora maioria com matrícula estrangeira, estavam parqueadas num espaço sem quaisquer condições junto da Avenida José Mourinho, frente ao Sado.



Mas esta situação poderia ser bem diferente. O que é que custava à Autarquia retirar o podre vigamento de madeira, limpar o espaço e colocar alguma brita no pavimento da antiga fábrica de conserva que se encontra mesmo ao lado do improvisado parque e dotá-lo com capacidade para receber o triplo das viaturas?

Será que não se poderia fazer isto e em meia dúzia de dias transformar aquele espaço num agradável parque para receber estes turistas? Claro que sim! As verbas a despender até não serão significativas.

Se não houvesse a capacidade financeira para construir um parque de cinco estrelas, pois que ficasse com três! O ótimo sempre foi inimigo do bom. Como as coisas estão é que não é nada.

Com a cobrança de uma pequena taxa de pernoita e utilização das necessárias infraestruturas colocadas à disposição dos utentes o investimento seria rapidamente reembolsado e as pessoas teriam um espaço com mais qualidade e segurança, ao nível de uma cidade como Setúbal.

Há cerca de um ano manifestei a minha opinião sobre esta temática e agora de novo volto à carga, porque entretanto o que se fez foi proibir as autocaravanas de parquearem no local onde ocupavam junto aos cacifos dos apetrechos de pesca e permitir que estacionassem no outro dado da avenida.

Razão tinham aqueles jovens alentejanos quando escreveram a célebre frase na parede do Alqueva que ficaria para a história da importante construção.

Rui Canas Gaspar
2015-fevereiro-28

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Gaivota sem voar é como jardim sem flores

O funcionário do Bowling de Setúbal mostrava-se visivelmente aborrecido e o caso não era para menos.

Antes do estabelecimento abrir ao público e poucos minutos depois de ter limpo a entrada daquele espaço de lazer localizado junto à doca dos pescadores, em Setúbal, uma das muitas gaivotas que por ali costumam esvoaçar achegou-se mesmo à entrada envidraçada e foi mesmo ali que defecou.

Depois de bater as palmas para que a ave se assustasse e voasse para bem longe, o animal olhou para o homem, virou-lhe o rabinho e deu uns passos, como que a desafia-lo, tornando-se irritante.

O funcionário deu uma pequena corrida  para afugentar a ave e esta por sua vez correndo um pouco, porém sem voar lograva fugir do seu perseguidor.

E foi quando abriu as asas como que querendo voar que reparei que o pobre animal não o poderia fazer e por isso mesmo não conseguiria elevar-se até ao topo dos candeeiros de iluminação onde as gaivotas gostam de pousar, muito menos podia esvoaçar graciosamente à volta dos barcos de pesca com o seu estridente piar.

Aquele pobre animal tinha apenas uma asa. Da outra, apenas era visível uma pequena parte como que se estivesse a crescer uma nova, por isso ele teria de defecar pelos cantos e alimentar-se do que fosse encontrando junto aos recipientes de recolha de lixo por ali existentes.

Nunca tinha observado uma cena tão triste ali pelas bandas da doca, onde me costumo deliciar com aquelas elegantes aves esvoaçando e alegrando-me com o seu alegre e estridente pio.

Fiquei a pensar no que teria sucedido àquela gaivota, se fora alvo de ataque de algum predador, de malvadez humana, ou fosse lá o que fosse que a teria deixado naquele estado. É que gaivota sem voar é como jardim sem flores e isso certamente não alegrará ninguém.

Rui Canas Gaspar
2015-fevereiro-12

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Em Setúbal temos um espaço que em vez de relva tem cinzas

Não me dei ao trabalho de saber porquê e quem vai colocando as cinzas dos fogareiros a carvão junto aos contentores de lixo localizados ao lado do novo parque de estacionamento da A.P.S.S. construído nos terrenos entre a doca dos pescadores e o edifício dos apetrechos de pesca.

Este era um hábito que já vinha de antes das obras efetuadas, quando aquele espaço se encontrava em terra batida e, pelos vistos, vai continuar depois das mesmas ficarem concluídas, faltando para tal apenas serem colocados os bancos panorâmicos e o ajardinamento da faixa separadora, precisamente no topo da qual estão a ser colocadas as cinzas.

Quem ali coloca as cinzas, provavelmente não as quererá depositar dentro dos moloch, os novos contentores enterrados para receção de resíduos sólidos com receio de poder vir a derreter o saco de plástico existente no seu interior.

Também não quererá deitar as cinzas ao rio, por uma questão ecológica, como fazem algumas pessoas irresponsáveis. Como tal opta por depositar naquele inadequado espaço.

Para que esta situação se resolva de vez e atendendo ao elevado número de restaurantes que utilizam o carvão para assar o saboroso peixe que se come por ali, penso que é altura de se colocar um recipiente adequado à recolha das cinzas, o que não me parece difícil de fazer caso não exista à venda no mercado.

Como está a situação é que não é nada, e não me parece bem a A.P.S.S. fazer um investimento substancial, dotando aquele local de um útil parque de estacionamento e de um agradável espaço e os Serviços de Higiene e Limpeza da Câmara Municipal de Setúbal não o dotarem dos equipamentos adequados, neste caso concreto de mais um recipiente próprio para recolha de cinzas.

Esperemos bem não ter de ver os turistas a fotografar aquele espaço, quando o relvado estiver ali colocado e for visível um monte de cinzas onde deveria estar um bonito tufo florido.

Rui Canas Gaspar
2015-janeiro-02

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

A mal-educada Ofélia lá se vai safando

O agradável aroma do saboroso peixe da nossa costa a assar no carvão, a brisa marítima que sopra vinda do oceano e o estridente piar das gaivotas ali junto à Doca dos Pescadores, fazem abrir o apetite a qualquer mortal que passe por aquele magnífico local, à beira do rio azul.

Quando se aproximam as 13,00 horas os restaurantes daquela zona começam a estar bem movimentados e os experientes assadores não dão mãos a medir para servir a clientela.

Há os clientes esporádicos, há os turistas e há também os que por este ou aquele motivo são habituais.

Costumo frequentar um desses estabelecimentos e tal como eu todos já nos habituamos a ver chegar uma senhora loura, entrar, sentar-se pedir o seu peixinho grelhado, comer, pagar e sair, provavelmente alguma empresária setubalense, alguma executiva, ou alguém que por força das circunstancias tem de comer fora diariamente.

Mas se todos os frequentadores do restaurante pedem delicadamente o seu peixe assado, à mesma hora chega outra cliente, que não está na disposição de esperar e é tal a confusão que ali arranja que o assador corre logo a atendê-la.

O mais curioso é que a Ofélia, nome porque é já conhecida não pede o peixe assado e, como se estivesse num qualquer restaurante japonês, come-o cru, tal como de sushi se tratasse.

Mas mais. A Ofélia não quer estar em espaços fechados, mal o assador lhe entrega o peixe e lá vai ela comer para a esplanada e até para cima dos carros, de preferência topo de gama…

Mas, esta morenaça é de tal calibre que depois de comer, vai-se embora sem se despedir ou agradecer e, curiosamente, nunca a vi pagar pelo almoço que lhe é servido.

De facto, parece que ser arruaceira e mal-educada às vezes dá resultado é que já vi situações idênticas lá para os lados da Segurança Social e até no Hospital de São Bernardo, pelo que a gaivota Ofélia não será nenhuma exceção à regra.

Rui Canas Gaspar
2014-dezembro-04

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O Bowling Setúbal faz quatro anos

Foi no dia 31 de outubro de 2010 que junto à Doca dos Pescadores nasceria um amplo e muito bonito espaço de lazer, vocacionado para todos os escalões etários, o Bowling Setúbal.

Esta modalidade desportiva rapidamente conquistou os gostos setubalenses atraindo cada vez mais adeptos, curiosamente não só entre os jovens, mas também entre os mais velhos, sendo frequente vermos ali os avôs e os netos em sã convívio a par de casais de namorados ou grupos de amigos.

O amplo e diversificado espaço está dotado de dez pistas de bowling e como complemento dispõe de várias mesas dos populares matraquilhos, máquinas de jogos eletrónicas, mesas de snooker, mesas de ténis de entre outros divertimentos.

São célebres as suas “mega-tostas” que muitos frequentadores já não dispensam enquanto ali se divertem em saudável ambiente.

Não deixa de ser curioso verificar a forma ordeira como se comportam os grupos de crianças convidadas por amigos que ali vão celebrar as suas festas de aniversário. É que elas são tratadas como se estivessem num grupo de pequenos escuteiros e a diversão é feita dentro da máxima ordem seguindo a metodologia escutista.

Tornou-se célebre naquele agradável espaço as conhecidas “quartas-feiras de bowling grátis” o dia em que mais gente frequenta esta emblemática e popular casa sadina que aposta na qualidade e, onde todos os seus colaboradores são incentivados a ter a mesma postura tal como no dia da sua inauguração.

Ao seu proprietário, um industrial setubalense, antigo escuteiro, nascido e criado no Bairro de Troino e que está sempre à frente do estabelecimento, bem como a toda a equipa de colaboradores do Bowling Setúbal endereçamos os nossos parabéns pela passagem deste 4º aniversário.

Rui Canas Gaspar
2014-outubro-30

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