notícias, pensamentos, fotografias e comentários de um troineiro
Mostrar mensagens com a etiqueta Avenida Independência das Colónias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Avenida Independência das Colónias. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Cuidado pessoal, eles andam aí!

Eu não vi!

Contou-me uma amiga aqui do grupo que normalmente utiliza a Av. Independência das Colónias para trazer a sua criança à escola do ensino básico de Santa Maria, com entrada pela Praceta Victor Vitorino.

Junto aos cafés que estão em frente à entrada desta praceta estava parada uma camioneta a descarregar bebidas e, como consequência, das duas uma os condutores que circulavam no sentido norte/sul paravam formando fila, sabe-se lá até onde, ou infringiam a Lei e ultrapassavam o obstáculo pisando o traço contínuo, atendendo à estreiteza da via.

E foi por esta 2ª hipótese que alguém decidiu optar.

Azar! É que não reparou no carro patrulha da P.S.P. que de imediato ligou o pirilampo e perseguiu o infrator, deixando o outro a atrapalhar o trânsito com a sua descarga de bebidas.

É claro que as descargas tem de ser feitas e não foi previsto local para o efeito como não foi previsto uma reentrância para os autocarros quando havia espaço para o fazer.

A obra ficou bonita pelo que dou os parabéns aos arquitetos paisagistas, mas as vias são feitas não só para ficarem bonitas mas sobretudo para ajudar o trânsito a fluir e neste caso não posso dar os parabéns aos engenheiros do trânsito, se é que os há cá pela nossa terra.

Pelo sim, pelo não, com ou sem buzinadelas, o melhor mesmo é parar nem que se forme uma fila até à esquadra de trânsito ou até à porta da Câmara Municipal.

Mas, para não ter azar não pise o sinal continuo na embonecada mas pouco funcional Avenida Independência das Colónias.

É que… eles andam aí!

Rui Canas Gaspar
2016-setembro-22

www.troineiro.blogspot.com

domingo, 31 de julho de 2016

Abençoados homens que estão a construir a nossa cidade

Aquelas calejadas mãos, tão duras como a própria pedra, não param por um momento e, enquanto uma maneja habilmente o pequeno martelo com que esgravata a terra e bate na pequena pedra para a ajeitar devidamente no respetivo lugar, a outra vai segurar a próxima que irá ser colocada.

De cócoras ou de joelho no chão e com o sol abrasador eles não param de manhã à noite. Normalmente trabalham de empreitada e quantos mais metros fizeram mais ganharão e porque se trata de um trabalho desenvolvido ao ar livre têm de aproveitar o tempo não chuvoso, porque quando a chuva vier não podem trabalhar na sua arte e nesse caso nada ganharão.

A equipa de calceteiros que tem estado a trabalhar nas obras de renovação da Avenida Independência das Colónias, em Setúbal despertaram a natural curiosidade no meu neto, quando o levei para ver de perto os trabalhos em curso e poder apreciar a quantidade e diversidade de maquinaria envolvida, desde a fresadora de pavimento, à máquina de espalhar o material betuminoso, ao cilindro, aos camiões de transporte, equipamentos manobrados por especializados operários.

Também uma equipa de eletricistas desenvolvia a sua atividade retirando postes de iluminação e substituindo-os por outros mais adequados ao novo traçado da via.
O menino teve assim oportunidade de apreciar, bem de perto, como se fazem as ruas e avenidas da sua terra e o trabalho que isso dá.

Não é pois de admirar que embora as máquinas lhe tenham despertado mais curiosidade a sua atenção tivesse sido centrada naqueles calceteiros que não paravam de colocar dezenas, ou centenas de milhares de pequenas pedras com área média de 5x5 centímetros.

O rapaz não deixou de ir bem para junto da equipa observar como aqueles profissionais faziam o seu trabalho e perguntou-lhes. – Não se cansam? Um destes homens de mãos duras, mas certamente de coração mole, sorriu para a criança e respondeu. – Sim cansamo-nos muito, à noite quando vamos para a cama dói-nos o corpo todo!

Passados alguns minutos saímos de junto dos calceteiros para ir observar o trabalho das máquinas que estavam a colocar o novo tapete betuminoso na avenida.

Porém, quer para o neto quer para o avô ficou o testemunho daquele habilidoso calceteiro, que mesmo ao domingo continua na sua imparável tarefa, apenas fazendo um curta pausa para almoçar aquilo que trouxe na marmita.

Foi uma pequena trégua que o trabalho lhes deu, acrescido do luxo de o ter feito à sombra de uma abençoada e frondosa árvore desta avenida.

A partir deste fim de semana o menino certamente que passará a ter uma maior admiração e respeito por estes homens que constroem a sua cidade e se vir alguma pedrinha fora do lugar deverá sentir o desejo de logo a colocar no espaço que lhe foi destinado.

Rui Canas Gaspar
2016-julho-31

www.troineiro.blogspot.com

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Serviço de Trânsito em Setúbal não leva mais que 5 numa escala de 20 valores

Se eu fosse chamado a classificar o trabalho que ultimamente tem sido feito em Setúbal, ao nível das alterações viárias, entre a Avenida dos Ciprestes e a Alexandre Herculano, numa escala de 0 a 20, não daria mais que cinco pontos.

Não me pronunciaria naturalmente como técnico de trânsito, porque não o sou, mas simplesmente como condutor e peão.

No meu caso concreto já lá vão algumas dezenas de anos de carta de condução e milhares de quilómetros feitos anualmente em estrada e cidade o que me permite opinar com toda a propriedade.

Os cinco pontos seriam atribuídos às novas rotundas pela fluidez de trânsito e economia de energia, destacando a rotunda do Vitória que eliminou os acidentes quase diários os quais se viriam a transferir para a fatídica curva a 90º da avenida em construção na Várzea.

O Serviço de Trânsito tem vindo a transformar amplas avenidas onde o trânsito fluía em estreitas vias, com a agravante de se privilegiar enormes e desproporcionados espaços para passeios de peões que praticamente não existem.

Mas, o que mais me incomoda são os lugares de estacionamento construídos na Avenida Alexandre Herculano, com comprimento onde quase cabe um autocarro e de onde para sair um pequeno smart tem o trânsito que parar.

Aquilo poderia e deveria ter sido corrigido, não fosse por teimosia ou falta de visão. Qualquer cego vê que está mal, exceto os Serviços de Trânsito.

Mas se qualquer um está sujeito a fazer asneira enquanto profissional, aí não reside o maior mal, ele reside sim no facto de depois de ser alertado para o erro persistir no mesmo.

Qual é a explicação cabal que podem dar para a nova asneira em construção na Avenida Independência das Colónias, ao marcarem lugares de estacionamento (sentido sul/norte) em paralelo com o passeio?

Estreitam a avenida e, quando alguém ali for parquear a viatura terá de fazer parar o trânsito porque ninguém vai conseguir estacionar o carro entre duas outras viaturas sem colocar a sua em paralelo com a viatura da frente e fazer depois a marcha atrás. Qual é o condutor que não sabe isto?

Será que os planificadores de trânsito andam a pé? Será que não têm carta de condução? Quem é que assume a responsabilidade por mais esta asneira grosseira?

Ora se há espaço para fazer o estacionamento em espinha e facilitar a vida aos condutores  porque é que se insiste em gastar rios de dinheiro para fazer obras que vão complicar ao invés de simplificar?

Não me venham com desculpas que se trata de redução de velocidade,  para isso todos sabemos que existem à venda no mercado sensores, radares e outros equipamentos que até enviam as coimas para casa e são muito menos dispendiosos que as obras que por aqui se vão fazendo.

Será assim tão difícil compreender que se continuam a fazer asneiras no trânsito em Setúbal e que depois de alertada a autarquia continua a persistir no erro?

Rui Canas Gaspar
2016-junho-15

www.troineiro.blogspot.com

quinta-feira, 17 de março de 2016

Os transtornos dos automobilistas setubalenses podem ser minimizados

Sem querer ser “profeta da desgraça” antecipo desde já para os utentes desta via em geral e para os moradores da zona em particular, alguns meses bem complicados, agora que começaram as obras na Avenida Independência das Colónias.

Os transtornos no trânsito certamente que serão maiores do que aqueles causados na Avenida Alexandre Herculano, por dois motivos bem simples, o acesso à Praceta Vitor Vitorino, onde se encontra a entrada da escola do ensino básico e o acesso ao Pavilhão Antoine Velge, sempre muito frequentado, sobretudo ao final do dia.

Sei, como toda a gente, que obras implicam naturais transtornos. Mas, infelizmente também sei que as obras na via pública que têm vindo a ser feitas nos últimos anos em Setúbal não têm respeitado minimamente os automobilistas como todos nós temos constatado.

Neste caso em concreto, uma das primeiras medidas foi suprimir vários dos poucos lugares de parqueamento automóvel, sem que alguém se preocupasse onde as pessoas residentes na zona irão parquear a sua viatura.

Poderia (PODERÁ) o problema  do parqueamento ser minimizado e muito, atendendo a que esta Avenida dispõe de dois excelentes espaços completamente desaproveitados.

Para que o empreiteiro pudesse guardar materiais e parquear as máquinas pesadas poderia celebrar um acordo de ocupação temporária com o Vitória Futebol Clube, ou com a entidade que detém a posse do lote 9 o que seria bom para todos. O espaço está vedado, o Vitória poderia receber alguma contrapartida e haveria espaço disponível no outro inacabado parque.

Refiro-me ao inacabado parque como sendo aquele um pouco mais a sul, onde existia o antigo colégio que foi demolido para naquele amplo espaço dar lugar a um estacionamento que até agora não foi disponibilizado ao público.

Pois bem, este deveria ser o primeiro trabalho a fazer e as viaturas que não pudessem parquear na Avenida poderiam fazê-lo aqui enquanto as obras decorriam. Mas não, é aí nesse amplo espaço que pelos vistos vão parquear máquinas e materiais.

Continuo sem perceber este tipo de mentalidade e muito menos este tipo de programação das obras que se fazem na via pública nesta nossa cidade em total desrespeito pelos direitos dos cidadãos.

Já agora, aproveito para pedir à Câmara Municipal de Setúbal, para de entre os muitos cartazes que manda fazer, ter a delicadeza de mandar executar mais um de forma a poder informar o tipo de intervenção que aqui vai fazer e de preferência que o mande colocar agora e não no final da obra.

Rui Canas Gaspar
2016-março-17

www.troineiro.blogspot.com

domingo, 5 de julho de 2015

Ficou o rabinho por esfolar…

A esquerda apresenta-se limpa, apresentável e condizente com o espaço onde está inserida, já a direita, coitada, ainda lá está tal como veio ao mundo.

Não, não me estou a referir a qualquer formação política, estou a referir-me ao pavimento das alas do portão de escola básica, acesso  que dá para a Avenida da Independência das Colónias e que fica na parte traseira da paragem do autocarro dos transportes urbanos.

Por qualquer motivo que certamente todos ignoramos um espaço com cerca de 150 M2 ali ficou por calcetar nesta que é uma das mais modernas e movimentadas avenidas da cidade de Setúbal.

A coitada da ala direita não teve direito a nada e a terra que ali está sem qualquer revestimento quando vem um pouco de vento é levantada e a poeira entra livremente na escola, nos estabelecimentos e naturalmente  nas habitações.

Claro que este não será caso virgem nem nesta nem em qualquer outra localidade.

A razão de ser desta chamada de atenção prende-se com o facto de com “meia dúzia” de euros poderá ser dado por concluído o calcetamento desta avenida, dotando-se uma bolsa de estacionamento para uma dúzia de viaturas das necessárias condições.

Agora que tantas alterações têm vindo a ser introduzidas nas principais artérias setubalenses, com particular incidência nesta zona da cidade, seria bom ter em atenção este pormenor que ainda se encontra na sua forma primitiva.

Bem sei que o rabo é o mais difícil de esfolar, como diz o nosso povo, mas também sei que não faz qualquer sentido deixar este “rabinho” para trás quando se está em vias de concluir uma obra de tão grande envergadura.

Agora que os Serviços da Autarquia estão alertados para um pormenor que pelos vistos tem passado despercebido aos diversos Executivos ficamos a aguardar que este pequeno espaço seja devidamente empedrado, a exemplo de todo o restante que o circunda.

Rui Canas Gaspar
2015-julho-05

www.troineiro.blogspot.com